Artigos Técnicos

AS ÁRVORES E A CIDADE

A relação das cidades com as árvores, pauta-se por constantes conflitos “amor / ódio”, incongruências e claras faltas de informação.

FOLHAS FORA DE ÉPOCA

A Magnolia soulangeana que já começa a iniciar a sua floração, mantendo ainda grande parte das folhas, o Liquidamber que teima em manter a folha em tons vermelhos, a Bouganvillea que contínua a florir e as pragas de alguns insetos que teimam em perdurar causando prejuízos extras.
Todos estes sinais, obrigam-nos a assumir que nada será como antes.

PLANTAS DE ÉPOCA – VIOLA TRICOLOR

Por detrás da sua aparente fragilidade, a Viola tricolor, conhecida como “amor perfeito”, apresenta-se como uma solução para maciços, floreiras e canteiros, pela sua intensa floração, cores que variam entre o azul, amarelo, roxo e branco, e grande resistência à geada.

PROCESSIONÁRIA DO PINHEIRO

Nos últimos anos a processionária do pinheiro, de nome cientifico Thaumetopea pityocampa Schiff., tem vindo a tomar protagonismo e vai marcando presença nas nossas vidas e preocupações, pela sua expansão em zonas públicas e habitacionais, e sobretudo pelas caraterísticas urticantes que possui.

OPERAÇÕES CULTURAIS – PODAS DE OUTONO

Apesar do tempo ainda quente, já são bem percetíveis as maiores amplitudes térmicas e a consequente reação das plantas.
As temperaturas médias e o fotoperiodismo, são sem dúvida fatores “gatilho” para alterações biológicas nas espécies vegetais, e chegou a altura adequada para as ditas operações de poda num grande número de espécies.

OUTONO – ÁRVORES DE FOLHA CADUCA

Entramos no Outono e a tradição mantém-se, as árvores de folha caduca seguindo o seu processo fisiológico, começam a perder a folha, criando coloridos mantos nos pavimentos e coberturas. As árvores ficam “despidas” deixando visível toda a sua copa, estrutura, ramificação e conformação.

COBERTURAS – PREPARAR PARA O FRIO – FERTILIZAÇÃO

Os dias começam a ficar mais curtos e apesar de ainda quentes as amplitudes térmicas começam a ser maiores, com noites e madrugadas a atingir temperaturas já a rondar os 10-12ºC.

Tudo isto anuncia a chegada do outono e a consequente baixa das temperaturas médias, que associada à redução do fotoperiodismo, leva a uma diminuição do crescimento vegetal.

SECA EXTREMA REFLETIDA NOS JARDINS

Este ano de seca extrema acompanhado de temperaturas elevadas e ventos consistentes, é o “cocktail” perfeito para anomalias biológicas nas nossas plantas e coberturas.

RESÍDUOS VEGETAIS

Os resíduos vegetais em pequena escala têm vindo a apresentar-se como um problema de difícil resolução para particulares e autarquias.
Tornam-se cada vez mais comuns as pilhas de relva e restos de podas junto aos contentores, criando um aspeto de sujidade e desmazelo, com as autarquias sem capacidade de resposta imediata.

INFESTANTES EM COBERTURAS

Para quem quer ter um relvado perfeito, as infestantes são uma dor de cabeça e por muito que evoluam as misturas de relva, a verdade é que elas em maior ou menor grau são uma presença constante.